quinta-feira, 7 de junho de 2012

Guia Euro12

E vai começar a Euro! Depois de longa temporada europeia, cada país montou seu selecionado para tentar alcançar o lugar mais alto do futebol europeu. A Copa do Mundo do Velho Continente terá bons candidatos ao título: Alemanha, Espanha, Holanda e até França. Ucrânia e Polônia recebem outros 14 times em clima não muito ameno: as ameaças de atitudes racistas e represálias esquenta o clima - negativamente - para os jogos. Mas a bola rola nesta sexta-feira e espera-se que o futebol seja o mais importante, com a dona da casa Polônia recebendo a zebra de 2004, Grécia. Vamos agora pingar equipe a equipe e tentar fornecer um guia simples e rápido pro leitor Bola pro Mato! Mais? Clique aqui, no site da UEFA!



GRUPO A: Equilíbrio. O "grupo do Leste Europeu" tem 4 favoritos e 4 azarões. Talvez nivelado por baixo, qualquer coisa pode acontecer e todo o jogo será decisivo. Rússia, República Tcheca e Grécia vêm decadentes há alguns anos e a Polônia conta com o mando para chegar às quartas-de-final. Aposto que Polônia chega, mas para isso o primeiro jogo, contra a Grécia, será fundamental; o empate para os gregos, por outro lado, seria muito bem-vindo. Classificam Polônia em primeiro e Rússia em segundo lugar.

POLÔNIA.

Uma das seleções da casa que surpreender e avançar num grupo muito equilibrado - e para muitos nivelado por baixo. A base da seleção conta com 3 jogadores do campeão alemão Dortmund - Piszczek, Kuba e Lewandowski,que é o cara que pode decidir o grupo. Além deles, o goleiro do Arsenal Szczesny é uma segurança na meta. No entanto, com muitos atletas em ligas menores e pouca experiência, apenas o fator mando dá chances à seleção.

Goleiros: Wojciech Szczesny (Arsenal-ING), Przemyslaw Tyton (PSV Eindhoven-HOL), Grzegorz Sandomierski (Jagiellonia Bialystok); Defensores: Lukasz Piszczek (Borussia Dortmund-ALE), Marcin Wasilewski (Anderlecht-BEL), Jakub Wawrzyniak (Legia Varsóvia), Marcin Kaminski (Lech Poznan), Grzegorz Wojtkowiak (Lech Poznan), Sebastian Boenisch (Werder Bremen-ALE), Damien Perquis (Sochaux-FRA); Meio-campistas: Eugen Polanski (Mainz-ALE), Dariusz Dudka (Auxerre-FRA), Adam Matuszczyk (Fortuna Düsseldorf-ALE), Adrian Mierzejewski (Trabzonspor-TUR), Jakub Blaszczykowski (Borussia Dortmund-ALE), Ludovic Obraniak (Bordeaux-FRA), Maciej Rybus (Terek Grozny-RUS), Kamil Grosicki (Sivasspor-TUR), Rafal Murawski (Lech Poznan), Rafal Wolski (Legia Varsóvia); Atacantes: Robert Lewandowski (Borussia Dortmund-ALE), Artur Sobiech (Hannover-ALE), Pawel Brozek (Celtic-ESC).

RÚSSIA

A seleção russa foi terceira colocada na última Eurocopa e revelou craques como Arshavin e matadores como Pavlyuchenko. No entanto, após quatro anos, a luz desses jogadores não brilhou como se esperado. O não sucesso destes jogadores em ligas maiores e o retorno ao país de origem representou o fracasso de uma geração que estaria pronta para vencer esta Euro. Agora a Rússia busca um complicado avanço para o mata-mata. As apostas porém não são loucura. O crescimento do torneio local, o surgimento de valores como Dzagoev e a boa fase de alguns como Kerzhakov e Pogrebnyak podem ser o diferencial da seleção.

Goleiros: Igor Akinfeyev (CSKA Moscou), Vyacheslav Malafeyev (Zenit) e Anton Shinin (Dínamo Moscow); Defensores: Alexander Anyukov (Zenit), Alexei Berezutsky, Sergei Ignashevich e Kirill Nababkin (CSKA Moscou), Vladimir Granat (Dínamo Moscow), Yury Zhirkov (Anzhi Makhachkala), Dmitry Kombarov (Spartak Moscou) e Roman Sharonov (Rubin Kazan); Meio-campistas: Igor Denisov, Roman Shirokov e Konstantin Zyryanov (Zenit), Denis Glushakov (Lokomotiv Moscou), Igor Semshov (Dínamo Moscow), Alan Dzagoev (CSKA Moscou) e Marat Izmailov (Sporting-POR); Atacantes: Andrei Arshavin e Alexander Kerzhakov (Zenit), Alexander Kokorin (Dínamo Moscow), Roman Pavlyuchenko (Lokomotiv Moscou) e Pavel Pogrebnyak (Fulham).


GRÉCIA

Zebra. A Grécia é e sempre será uma zebra. O triunfo na Euro04 chocou o futebol europeu com um futebol defensivo, sólido e objetivo. Um estilo inconfudível. Envelhecida, esta geração se apoia em poucos remanescentes do título, mas a defesa segue forte e a time pode avançar nem que seja com três 0 a 0. O grupo equilibrado dá oportunidade aos gregos, cujo time tenta amenizar - por mais subjetivo que seja - a grave crise do país.

Goleiros: Kostas Chalkias (PAOK), Michalis Sifakis (Aris) e Alexandros Tzorvas (Palermo); Defensores: Vasilis Torosidis, Avraam Papadopoulos e Jose Holebas (Olympiakos), Kyriakos Papadopoulos (Schalke 04), Stelios Malezas (PAOK), Giorgos Tzavellas (Monaco), Sokratis Papastathopoulos (Werder Bremen); Meio-campistas: Grigoris Makos (AEK), Giannis Maniatis e Giannis Fetfatzidis (Olympiakos), Kostas Katsouranis, Giorgos Karagounis e Sotiris Ninis (Panathinaikos), Giorgos Fotakis (PAOK) e Kostas Fortounis (Kaiserslautern);; Atacantes: Giorgos Samaras (Celtic), Dimitris Salpigidis (PAOK), Fanis Gekas (Samsunspor), Nikos Limberopoulos (AEK) e Kostas Mitroglou (Atromitos).


REPÚBLICA TCHECA

A mais fraca República Tcheca da história. Apesar do clichê, é fato evidenciado por Milan Baros, aquele mesmo, ainda ser a esperança de gols da seleção. Para avançar precisará que Petr Cech repita atuações como as da UCL e torça para que a equipe se garanta no ataque. Os jogadores de linha são capitaneados pelo instável Rosicky, 31, muito bom com a bola nos pés mas sujeito a contusões após qualquer contato.

Goleiros: Petr Cech (Chelsea/ING), Jan Lastuvka (Dnepropetrovsk/UCR), Jaroslav Drobny (Hamburg/ALE); Defensores: Frantisek Rajtoral (V.Pilsen), Roman Hubnik (Hertha/GER), Tomas Sivok (Besiktas/TUR), Michal Kadlec (Leverkusen/ALE), Theodor Gebre Selassie (Liberec), David Limbersky (V.Pilsen), Marek Suchy (Spartak Moscou/RUS); Meio-campistas: Tomas Rosicky (Arsenal/ING), Jaroslav Plasil (Bordeaux/FRA), Jan Rezek (Famagusta/CHP), Daniel Kolar (V.Pilsen), Vladimir Darida (Plzen), Petr Jiracek (Wolfsburg/ALE), Milan Petrzela (V.Pilsen), Vaclav Pilar (V.Pilsen), Tomas Hubschman (Donetsk/UCR); Atacantes: Milan Baros (Galatasaray/TUR), David Lafata (Jablonec), Tomas Pekhart (Nuremberg/ALE), Tomas Necid (CSKA Moscou/RUS).



GRUPO B: "O grupo da morte" como se gosta de dizer. Duas seleções grandes favoritas, uma seleção com um craque monstruoso e outra que gosta de aprontar sobre vizinhos maiores. Apesar de equilíbrio, o patamar de Holanda e Alemanha é muito superior a Portugal e Dinamarca e não deve haver surpresas. Para isso, ainda, é bom muita atenção das gigantes - um tropeço que seja, o sonho do 4º título alemão ou o 2º holandês pode cair por terra. Os grandes passam.

HOLANDA

Ah, as holandesas. O caneco já estaria ganho caso a arquibancada valesse um gol... Mas no campo a seleção também não decepciona. Ou quase não. O ataque holandês é muitíssimo forte e se dá ao luxo de ter o artilheiro alemão Klass-Jan Huntellar no banco - no banco apenas de Robin van Persie, super artilheiro da Premier League pelos gunners. Ao lado, Sneijder, Robben, Kuyt. Tanto talento que busca desviar as atenções de uma defesa fraca. A Holanda tem três grandes goleiros para uma vaga e defensores medíocres; o grande buraco é a lateral esquerda, vazio desde a aposentadoria de Gio na última Copa do Mundo. Apesar de tudo, é favorita para chegar, ao menos, às semifinais.

Goleiros: Maarten Stekelenburg (Roma), Michel Vorm (Swansea) e Tim Krul (Newcastle); Defensores: Khalid Boulahrouz (Stuttgart), John Heitinga (Everton), Joris Mathijsen (Málaga), Ron Vlaar (Feyenoord), Wilfred Bouma (PSV), Gregory van der Wiel (Ajax) e Jetro Willems (PSV); Meio-campistas: Ibrahim Afellay (Barcelona), Mark van Bommel (Milan), Nigel de Jong (Manchester City), Stijn Schaars (Sporting), Wesley Sneijder (Inter de Milão), Kevin Strootman (PSV) e Rafael van der Vaart (Tottenham); Atacantes: Klaas-Jan Huntelaar (Schalke 04), Luuk de Jong (Twente), Dirk Kuyt (Liverpool), Luciano Narsingh (Heerenveen), Robin van Persie (Arsenal) e Arjen Robben (Bayern de Munique).

ALEMANHA

Talvez seja a grande favorita. Ganhando corpo desde 2010, mescla jovens talentos como Gotze, Muller e Reus a cascudos como Klose e Lahm, capitão do time. A base do Bayern de Munique é a garantia de entrosamento e de uma excelente defesa, começando por Neuer, em grande fase e passando por Hummels, zagueiro destaque do Dortmund. E no meio-campo está a chave para o sucesso: se Khedira é o menos talentoso, Ozil, Muller e Podolski alimentam o veterano atacante da Lazio ou mesmo o trombador Mario Gomez. Além de Schweinsteiger, o termômetro da seleção - o camisa 32 do Bayern é um dos 3 melhores meias da atualidade sem nenhuma dúvida. O segundo tempo também pode ser decisivo: Löw tem Reus, Gotze, Schuerrle, Kroos; ou seja, muita qualidade para acrescer no time.

Goleiros: Manuel Neuer (Bayern de Munique), Tim Wiese (Werder Bremen), Ron-Robert Zieler (Hanover 96); Defensores: Holger Badstuber (Bayern de Munique), Jerome Boateng (Bayern de Munique), Benedikt Hoewedes (Schalke 04), Mats Hummels (Borussia Dortmund), Philipp Lahm (Bayern de Munique), Per Mertesacker (Arsenal), Marcel Schmelzer (Borussia Dortmund); Meias: Lars Bender (Bayer Leverkusen), Mario Gotze (Borussia Dortmund), Ilkay Guendogan (Borussia Dortmund), Sami Khedira (Real Madrid), Toni Kroos (Bayern de Munique), Thomas Muller (Bayern de Munique), Mesut Ozil (Real Madrid), Lukas Podolski (Cologne), Marco Reus (Borussia Moenchengladbach), Andre Schuerrle (Bayer Leverkusen), Bastian Schweinsteiger (Bayern de Munique); Atacantes: Mario Gomez (Bayern de Munique) e Miroslav Klose (Lazio).

PORTUGAL

Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Os gajos da terra de Fernando Pessoa não possuem um grande time, mas possui bons jogadores em grandes clubes e o segundo melhor do mundo. Pepe, Bruno Alves, Coentrão, Raul Meireles, Nani e Cia. são os coadjuvantes que tentam se organizar bem para alimentar o camisa 7 Cristiano Ronaldo. E com a tentativa de renovação do veterano ataque, o país aposta no jovem Nélson Oliveira para marcar o que sobrar de CR7. A geração pós-Figo ainda deve uma grande participação no cenário europeu e essa é a chance de aprontar.

Goleiros: Rui Patrício (Sporting), Eduardo (Benfica) e Beto (Cluj); Defensores: João Pereira (Sporting), Miguel Lopes (Braga), Pepe (Real Madrid), Bruno Alves (Zenit), Rolando (Porto), Ricardo Costa (Valencia) e Fábio Coentrão (Real Madrid); Meio-campistas: João Moutinho (Porto), Raul Meireles (Chelsea), Carlos Martins (Granada), Miguel Veloso (Genoa), Rúben Micael (Zaragoza), Custódio (Braga); Atacantes: Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Nani (Manchester United), Ricardo Quaresma (Besiktas), Silvestre Varela (Porto), Hugo Almeida (Besiktas), Hélder Postiga (Zaragoza) e Nélson Oliveira (Benfica).

DINAMARCA

Tire da sua mente a equipe que brilhou com os irmãos Laudrup. Tire da sua mente a apresentação pífia contra o Brasil na última semana. A Dinamarca é um time competitivo no cenário europeu, costuma fazer jogos duros contra equipes mais fortes. Tem em Eriksen, jogador do Ajax, a grande esperança ofensiva e no grandalhão Bentdner o centroavante principal. Não é muita coisa, mas o time em si funciona e pode atrapalhar.

Goleiros: Kasper Schmeichel (Leicester), Stephan Andersen (Evian Thonon Gaillard), Anders Lindegaard (Manchester United); Defensores: Lars Jacobsen (Copenhagen), Daniel Wass (Evian Thonon Gaillard), Daniel Agger (Liverpool), Simon Kjaer (Roma), Andreas Bjelland (Nordsjaelland), Simon Poulsen (AZ Alkmaar), Jores Okore (Nordsjaelland); Meio-campistas: Christian Poulsen (Evian Thonon Gaillard), Jakob Poulsen (Midtjylland), William Kvist (Nuremberg), Niki Zimling (Club Brugge), Thomas Kahlenberg (Evian Thonon Gaillard), Christian Eriksen (Ajax), Michael Silberbauer (Young Boys), Lasse Schone (NEC Nijmegen); Atacantes: Dennis Rommedahl (Brondby), Nicklas Bendtner (Sunderland), Michael Krohn-Dehli (Brondby), Tobias Mikkelsen (Nordsjaelland), Nicklas Pedersen (Groningen).



GRUPO C: A Espanha desponta como favorita absoluta e, em tese, Itália, Croácia e Irlanda correm atrás. Com a crise interna na Itália, as duas pequenas seleções sonham. A Croácia tem muito talento mas não demonstra muita chegada (se Suker ainda jogasse, talvez...); a Irlanda é chata, joga fechada e tem Trapattonni no banco - ou seja, pode surpreender. Espanha avança na liderança e o segundo lugar está aberto. Palpite? Croácia.

ESPANHA

Campeões da última Euro e atuais campeões mundiais, os espanhóis vivem um período de transição e renovação, com aparente decadência do time que dominou o mundo do futebol. Sem os pilares das consquistas Puyol e Villa, tem novamente no meio-campo a chave do sucesso. Se a defesa preocupa e Casillas estará superexposto, Busquets, Xabi Alonso, Xavi, Iniesta e David Silva terão a posse de bola por todo o jogo, alimentando um atacante que pode ser Negredo ou Fernando Torres. Com uma geração muito rica, Cazorla, Pedro, Mata e Cesc são umas das opções de Del Bosque para variar a partida.

Goleiros: Iker Casillas (Real Madrid), José Manuel Reina (Liverpool) e Victor Valdés (Barcelona); Defensores: Álvaro Arbeloa, Sergio Ramos e Raúl Albiol (Real Madrid), Jordi Alba (Valencia), Juanfran Torres (Atlético de Madri) e Gerard Piqué (Barcelona); Meio-campistas: Javí Martinez (Athletic Bilbao), Xabi Alonso (Real Madrid), Santiago Cazorla (Málaga), Xavi, Fabregas, Busquets e Iniesta (Barcelona), Juan Mata (Chelsea), Jesus Navas (Sevilla) e David Silva (Manchester City); Atacantes: Álvaro Negredo (Sevilla), Fernando Llorente (Athletic Bilbao), Pedro (Barcelona) e Fernando Torres (Chelsea).

ITÁLIA

A bota vinha muito motivada para a Euro, mas escândalos do futebol local colocaram uma nuvem negra sobre a Azzura. A estrutura da equipe é baseada na defesa da Juventus, do goleiro ao primeiro volante, Pirlo. Finalmente se pode observar uma consistência tática na Itália, seja com 4 defensores ou com 3 zagueiros. Mas apenas a superação fará a seleção avançar e o risco de vexame existe. Cuidado também sempre com a bomba relógio Balotelli.

Goleiros: Gianluigi Buffon (Juventus), Morgan De Sanctis (Napoli) e Salvatore Sirigu (Paris Saint-Germain); Defensores: Ignazio Abate (Milan), Federico Balzaretti (Palermo), Andrea Barzagli, Leonardo Bonucci e Giorgio Chiellini (Juventus), Christian Maggio (Napoli) e Angelo Obinze Ogbonna (Torino); Meio-campistas: Daniele De Rossi (Roma), Alessandro Diamanti (Bologna), Emanuele Giaccherini, Claudio Marchisio e Andrea Pirlo (Juventus), Riccardo Montolivo (Fiorentina), Thiago Motta (Paris Saint-Germain) e Antonio Nocerino (Milan); Atacantes: Mario Balotelli (Manchester City), Fabio Borini (Roma), Antonio Cassano (Milan), Antonio Di Natale (Udinese) e Sebastian Giovinco (Parma).

CROÁCIA

A Croácia quer reaparecer. Depois de um terceiro lugar na Copa de 1998, o país de camisa quadriculada quer novamente fazer história. Para tanto, tem muito talento: Srna, Perisic, Kranjcar, Olic, Jelavic, Eduardo da Silva. E Luka Modric. O camisa 14 dos Spurs é um dos meias mais especiais do futebol europeu, tentado por grandes equipes e líder da equipe - passa por seus pés a beliscar as quartas-de-final.

Goleiros: Stipe Pletikosa (Rostov), Danijel Subasic (Monaco) e Ivan Kelava (Dinamo Zagreb); Defensores: Jurica Buljat (Maccabi Haifa), Domagoj Vida (Dinamo Zagreb), Vedran Corluka (Bayer Leverkusen), Josip Simunic (Dinamo Zagreb), Gordon Schildenfeld (Eintracht Frankfurt), Ivan Strinic (Dnipro Dnepropetrovsk) e Danijel Pranjic (Bayern Munique); Meias: Darijo Srna (Shakhtar Donetsk), Tomislav Dujmovic (Zaragoza), Ognjen Vukojevic (Dinamo Kiev), Ivan Rakitic (Sevilla), Luka Modric (Tottenham), Ivan Perisic (Borussia Dortmund), Niko Kranjcar (Tottenham), Milan Badelj (Dinamo Zagreb) e Ivo Ilicevic (Hamburgo); Atacantes: Nikola Kalinic (Dnipro Dnipropetrovsk), Nikica Jelavic (Everton), Mario Mandzukic (Wolfsburgo) e Eduardo da Silva (Shakhtar Donetsk).

IRLANDA

Surpresa. Essa é a palavra que a Irlanda quer estampar nas manchetes ao conseguir avançar para a segunda fase. Com um futebol duro e uma retranca à italiana, briga com os croatas para ser a zebra do grupo C. Sob o futebol dos intermináveis Given, Duff e Keane, que abram os olhos com os irlandeses. Trapattonni não vem para brincar.

Goleiros: Shay Given (Aston Villa/ING), Keiren Westwood (Sunderland/ING) e David Forde (Millwall/ING); Defensores: John O'Shea (Sunderland/ING), Richard Dunne (Aston Villa/ING), Sean St Ledger (Leicester City/ING), Stephen Ward (Wolverhampton/ING), Kevin Foley (Wolverhampton/ING), Stephen Kelly (Fulham/ING) e Darren O'Dea (Celtic/ESC); Meio-campistas: Keith Andrews (West Bromwich/ING), Glenn Whelan (Stoke Cit/ING), Darron Gibson (Everton/ING), Damien Duff (Fulham/ING), Aiden McGeady (Spartak Moscou/RUS), Stephen Hunt (Wolverhampton/ING), Paul Green (sem clube) e James McClean (Sunderland/ING); Atacantes: Robbie Keane (Los Angeles Galaxy/EUA), Kevin Doyle (Wolverhampton/ING), Simon Cox (West Bromwich/ING), Jonathan Walters (Stoke City/ING) e Shane Long (West Bromwich/ING).



GRUPO D: No outro grupo de um dono da casa, aqui não deveremos vê-lo avançar. A Ucrânia não tem uma grande formação e pode ficar pelo caminho. A Inglaterra, eventual favorita, está longe disso. Dessa forma, França vence o grupo na boa e a Suécia toma o lugar do English Team.


UCRÂNIA

A dona da casa não deve oferecer grandes riscos. Envelhecida, a seleção tem no capitão Shevchenko seu eterno líder. A falta de renovação de qualidade implica uma iminente eliminação na primeira fase, decepcionando as expectativas da torcida.

Goleiros: Andrei Pyatov (Shakhtar Donetsk), Alexander Goryainov (Metalist Kharkiv), Maxim Koval (Dínamo Kiev); Defensores: Taras Mykhalik, Yevgeny Khacheridi (Dínamo Kiev), Yaroslav Rakytsky, Alexander Kucher, Vyacheslav Shevchuk (Shakhtar Donetsk), Yevgeny Selin (Vorskla Poltava), Bogdan Butko (Mariupol); Meio-campistas: Anatoly Tymoshchuk (Bayern de Munique/ALE), Oleg Gusev, Denis Garmash, Alexander Aliev, Andrei Yarmolenko (Dínamo Kiev), Ruslan Rotan, Yevgeny Konoplyanka (Dnepropetrovsk), Sergei Nazarenko (Tavria Simferopol); Atacantes: Andrei Shevchenko, Artem Milevsky (do Dínamo Kiev), Andrei Voronin (Dínamo Moscou/RUS), Yevgeny Seleznov, Marko Devic (Shakhtar Donetsk).

INGLATERRA

Seleção sempre supervalorizada é longe de ser favorita e nem a líder do grupo bem se candidata. Com um treinador a sua altura, sem grandes feitos, busca consistência entre bons jogadores para formar um time minimamente competitivo. Hart e Parker, destaques da PL e os campeões Terry e Lampard lideram a seleção ao lado de Wayne Rooney, que fica de fora das duas primeiras partidas. O ataque é um ponto fraco e a 9 não cabe bem em Carroll. Deverá sofrer bastante para conseguir vitórias na competição.

Goleiros: Joe Hart (Manchester City), Robert Green (West Ham), Jack Butland (Birmingham City); Defensores: Leighton Baines (Everton), Martin Kelly (Liverpool), Ashley Cole (Chelsea), Glen Johnson (Liverpool), Phil Jones (Manchester United), Joleon Lescott (Manchester City), John Terry (Chelsea), Phil Jagielka (Everton); Meio-campistas: Stewart Downing (Liverpool), Steven Gerrard (Liverpool), Jordan Henderson (Liverpool), James Milner (Manchester City), Alex Oxlade-Chamberlain (Arsenal), Scott Parker (Tottenham), Theo Walcott (Arsenal), Ashley Young (Manchester United); Atacantes: Andy Carroll (Liverpool), Jermain Defoe (Tottenham), Wayne Rooney (Manchester United), Danny Welbeck (Manchester United).

SUÉCIA

Os suecos se saem melhor sem Ibra. Mas deixar o genioso atacante fora é um pecado. Neste conflito, a Suécia tenta sobreviver e alcançar uma vaguinha na fase seguinte. Está num grupo possível para isso e deve brigar com os ingleses pela segunda vaga. Além de Zlatan. Toivonen é um nome forte da equipe amarela junto a Kallstrom e Larsson (que não é aquele).

Goleiros: Andreas Isaksson (PSV Eindhoven), Johan Wiland, (Copenhagen), Pär Hansson (Helsingborg); Defensores: Mikael Lustig (Celtic), Olof Mellberg (Olympiakos), Andreas Granqvist (Genoa), Martin Olsson, (Blackburn Rovers),Jonas Olsson (West Bromwich), Behrang Safari (Anderlecht), Mikael Antonsson (Bologna); Meio-campistas: Rasmus Elm (AZ Alkmaar), Sebastian Larsson (Sunderland), Kim Kallstrom (Lyon), Anders Svensson(Elfsborg), Pontus Wernbloom (CSKA Moscou), Samuel Holmen (Istanbul BB), Emir Bajrami (Twente), Christian Wilhelmsson (Al-Hilal); Atacantes: Zlatan Ibrahimovic (Milan), Johan Elmander (Galatasaray), Tobias Hysen (IFK Gotemburgo), Ola Toivonen (PSV Eindhoven), Marcus Rosenberg (Werder Bremen).

FRANÇA

A seleção de 2010 não existe mais. Sob comando de Blanc, a equipe se fortaleceu, vem invicta há muito tempo e tem muito talento na frente. Considerada num segundo grupo de favoritos, tem nomes de Cabaye e Ben Arfa, do Newcastle e a excelente dupla Nasri e Ribery. Benzema está em grande fase e é responsável por empurrar a bola pra dentro. Deve vencer o grupo.

Goleiros: Cedric Carrasso (Bordeaux), Hugo Lloris (Lyon), Steve Mandanda (Olympique de Marselha); Defensores: Gael Clichy (Manchester City), Mathieu Debuchy (Lille), Patrice Evra (Manchester United), Laurent Koscielny (Arsenal), Philippe Mexes (Milan), Adil Rami (Valencia) e Anthony Reveillere (Lyon); Meio-campistas: Yohan Cabaye e Hatem Ben Arfa (Newcastle), Alou Diarra (Olympique de Marselha), Florent Malouda (Chelsea), Marvin Martin (Sochaux), Blaise Matuidi (Paris Saint-Germain), Yann M'vila (Rennes), Samir Nasri (Manchester City); Atacantes: Karim Benzema (Real Madrid), Olivier Giroud (Montpellier), Jeremy Menez (Paris Saint-Germain), Franck Ribéry (Bayern de Munique) e Mathieu Valbuena (Olympique de Marselha).

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