sábado, 4 de fevereiro de 2012

Come join the party! Celebration! SuperBowl XLVI

Come join the party / 
It's a celebration / 
Anybody just won't do / 
Let's get this started / 
No more hesitation / 
Coz' everybody wants to party with you (Celebration, Madonna)



Chegou a hora. Não há mais tempo nem lugar para fugir ou desistir. O Lucas Oil Stadium, Indianapolis, já espera pela batalha entre New England Patriots e New York Giants valendo o troféu Vince Lombardi no SuperBowl XLVI. Reeditando a final do SBXLII, os Giants esperam repetir o feito de bater o favorito Patriots, que vinha invicto na temporada - em 2008, um segundo tempo espetacular de Eli Manning garantiu o placar de 17 a 14 para NY e o posto de MVP para o quarterback; já Brady, que perdeu naquele ano, vem pensando na revanche e na busca de seu 4º título de SuperBowl. Uma partida que promete ser espetacular, com a promessa também de um show do intervalo inesquecível, com nada mais nada menos que Madonna.


Já devidamente analisados em posts anteriores e assistindo aos jogos de pós-temporada, sabemos dos potencias que podem ser apresentados por ambas equipes. As próximas linhas tentam detectar possíveis características-chave de cada uma, análise dos QB's, melhores alvos ofensivos e qualidades defensivas.

Tom Brady já é um dos maiores quarterbacks da história da NFL; em 12 temporadas, são 3 títulos de SuperBowl. Sua tranquilidade e regularidade para encontrar o melhor alvo e comandar campanhas vencedoras impressiona, assim como o excelente aproveitamento de passes completados e jardas lançadas. Na atual temporada, teve rating calculado em 105,6. Já Eli Manning sai cada vez mais da sombra do irmão mais velho - e mais talentoso, Peyton - para ratificar seu nome entre os melhores da Liga. Muito contestado às vezes, é inegável, porém, seu mérito ao levar os Giants para o SuperBowl; a irregularidade da temporada regular deu lugar a um jogador seguro e confiante para derrubar inclusive a melhor equipe do ano (GB Packers). Eli se destaca muito no 4º período, arrancando milagres (à moda Tim Tebow), como foi em 2008, no SuperBowl conquistado por ele.


Pelos lados do time de Boston, Brady confiará no ataque seus alvos favoritos: os WR Wes Welker e Deion Branch e os TE Aaron Hernandez e Rob Growkowski (que se recupera de lesão no tornozelo); claro, sempre há espaço para uma corrida de Benjarvus Green-Ellis como surpresa. É um ataque consistente, eficiente e preciso; caracteriza-se por campanhas rápidas, com muitas primeiras descidas. A defesa, por outro lado, é agressiva com o QB adversário mas conhecida por uma secundária ruim; Broncos e Ravens não possuiam ataques tão fortes (Tebow e Flacco) para testar essa falha, mas NY tem Eli, que lança fundo, que arrisca e que pode se aproveitar deste fato. Então, a defesa deve ser forte sobretudo em tentativas de sacks.

Em New York, os Giants devem aproveitar a arrancada das últimas partidas e encarar Pats de igual para igual. O inspirado Eli Manning lançará para Victor "Salsa" Cruz, Hakeem Nicks e Mario Manningham e explorará corridas ou passes curtos de Ahmad Bradshaw e Brandon Jacobs - os cinco compõem os recebores principais da equipe e serão muito vigiados. A defesa é melhor que a do seu rival, muito agressiva em relação ao QB, que o diga Aaron Rodgers, com destaque para Jason Pierre-Paul.


Enfim, será um grande jogo. Além do evento magnífico, toda a estrutura e até do show da velha "Rainha do Pop", uma grande partida, dois grandes quarterbacks, grandes recebedores, ataques fortíssimos, dois lendários treinadores. O favoritismo, diria, é 55/45 para os Patriots.

Madonna comanda o Show, com setlist não divulgado
Transmissão com "Abre o Jogo" às 20hs e a bola voa a partir das 21h30 na ESPN/ESPNHD

Dois malucos comandam a transmissão

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