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quarta-feira, 26 de março de 2014

pre.des.ti.na.do

Quarta-feira, 26 de março. Juventus e São Carlos para buscar fugir do fantasma do Z4. E deu grená!

Uma vitória com a assinatura do Moleque Travesso. No fim, jogando bem mais ou menos, com a presença de alguma forma do gato preto, etc, etc.

O primeiro fato é que Ferreira escalou mal. Sem Élvis, Dudu Mineiro (finalmente!) foi titular. Mas a montagem com Ariel e Moris não ajudou o sistema ofensivo. Os volantes eram muito exigidos na criação e isso já diz que o time era inefetivo. Derli até tenta, mas Marcelo Santos ainda fica muito abaixo do companheiro de posição.

O primeiro tempo foi, sim, lugar de corpo fechado no gol dos dormitórios - o Juventus só não saiu atrás no placar porque algo ou alguém maior não queria...

Bola na trave, André Dias pegando tudo - méritos do goleiro, que vem recebendo apoio da torcida e respondendo com um crescimento de confiança e desempenho.

No segundo, Ferreira resolveu se coçar e arrumar a equipe. E nos pontos fracos. Os três criticados fora, Nathan, Marquinhos e Cesar Santiago em campo. Até Pavone como meia pode ser visto na Javari. Das entradas, Nathan e Santiago conseguiram modificar um pouco o jogo. O primeiro com a correria e o segundo com o vigor e intensidade característicos.

Mesmo assim, era o São Carlos que levava maior perigo.

O Juventus insistia mas não agredia o goleiro adversário. Até que...





"predestinado". pre.des.ti.na.do - adj (part de predestinar) 1 Destinado de antemão. 2 Preordenado por desígnio de Deus. 3 Eleito de Deus. 4 Santo. sm 1 Aquele a quem Deus predestinou à bem-aventurança; santo."







Alan cruzou e Renato atravessou rapidamente a área, cabeceando no fundo das redes e fazendo a Javari, tímida de público mas lotada de boas vibrações, delirar.

Nada muito mais a dizer. Simplesmente, que vitória mais juventina foi essa!

Segunda vitória consecutiva. O alívio da zona negra da tabela. O que esperar agora?

Por hora, pensar jogo a jogo, dia-a-dia. O próximo, contra o Água Santa, em Diadema. #ForzaJuve

domingo, 23 de março de 2014

Um forte

Domingo, 23 de março. Hombridade, cazzo! Coração, suor...

E mística. Apenas, 7.

Garganta rasgando para, junto aos onze em campo, comandar uma virada que precisávamos há tempos. De arrepiar a pele e de fazer o sangue percorrer calorosamente corpos que abrigam essa alma grená.

Contra um adversário que se posiciona bem na tábua de classificação, Ferreira lançou um time com 2 meias e 2 atacantes. Agressivo, e buscando bastante Moris e Ariel na referência, o Juventus pecava na finalização das jogadas. Élvis fez o melhor jogo desde seu retorno, quando na primeira etapa pode pensar mais do que só correr. Porém, como se o coração juventino suporte qualquer coisa, no único lance do Sertãozinho, eles conseguiram abrir a vantagem. 0 a 1.

A diferença de hoje para os outros jogos foi o equilíbrio. Mesmo atrás no placar, o time permaneceu criando o jogo e gerando algumas oportunidades. Até uns 35', quando se sentiu o peso da intensidade e o ritmo arrefeceu um pouco.

Na volta para a segunda etapa, Ferreira apostou em Nathan, que vinha esquecido desde o gol contra o Taubaté. E foi ele que conseguiu o empate, após bate-rebate na área.

Mas não apenas estrela teve o garoto. Ele mudou a estrutura da partida, deu uma injeção de motivação ao campo de ataque, que passou a confundir os comandados do velho Serrão.

E por falar em estrela, a virada nasceu em jogadaça de Renato Sorriso, o predestinado de 2012. Arriscou o drible pra dentro da área, cortou dois zagueiros, balançou as redes e causou a loucura da torcida.

Se o 2 a 1 soava perigoso, dado nosso passado recente, era hora de ser catimbeiro. Mesmo que na marra. Se André Dias não quis cair por vontade própria, deitou-se no gramado por infinitos pedidos e ganhou preciosos segundos.

Ainda envolta de tensão, a Javari só cantou de alívio com a pintura de Dudu Mineiro, num toque com nojo absurdo, de cobertura.

A vitória veio na raça e na categoria. Zaga bem, com o retorno de uma dupla entrosada; Derli dono do meio-campo, onipresente na marcação; Élvis, um tempo de classe e outro de raça, como for possível pra trazer o triunfo; Nathan provando que deve ser titular e a dupla de ataque titular pra torcida, decidindo.

E a festa só aumentava. O Setor foi crescendo junto com o time. Discretamente ao absoluto, o time sentiu o calor que tanto fez falta nos últimos jogos.

Até a cria, Romarinho, veio cantar junto. Mais um juventino. De cuore, em meio à alucinada festa.

A saída da zona de rebaixamento veio. E traz um alívio. Quarta-feira, o jogo de doze pontos contra o São Carlos, na Javari, servirá para ratificar novos tempos nessa A3. Assim deve ser.

Vencemos apenas 3 de 14. Não se pode criar ilusões. Mas, muito menos, não se pode andar para trás novamente.

Que San Gennaro esteja conosco e intercedendo por nós. Amém. #ForzaJuve


Homenagem a Sergio Manjullo (Foto de Otavio Liberdade)

Comemoração da virada (Foto de Otavio Liberdade)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Domingo é guerra

Quarta-feira, 19 de março. Em Tupã, contra o time local e concorrente direto contra o rebaixamento, o Juventus empatou por 0 a 0 numa peleja de baixo nível técnico.

Ambos goleiros tiveram pouco trabalho, devido mais a ineficiência dos ataques do que a qualidade das defesas. Pelo lado grená, André Dias defendeu a baliza no lugar de Fernando Henrique,

Ferreirão apostou num esquema mais agressivo, com dois meias e três avantes, mas pouco fez. Dudu Mineiro foi novamente preterido, agora por Caique. O artilheiro da equipe quase entrou, mas o treinador refugou.

São ainda mais 6 partidas, sendo 4 na Javari. Domingo, contra o Sertãozinho, não vale só a batalha, mas a guerra. Depois de tantos tropeços só a vitória interessa. Ainda mais em casa.

50% de aproveitamento deve nos salvar da incômoda zona. Por enquanto, somos o 17º, com míseros 13 pontos (2 vitórias em 13 jogos, ambas fora de casa).

Já estou na Javari aguardando. Espero por  todos lá. #ForzaJuve

domingo, 16 de março de 2014

Um perigoso novo horizonte

Sábado, 16 de março. Mais de 500 milhas de viagem, 15 horas fora de casa. As profecias de Tião, a bateria arriada, a blitz ignorada. Nem o desmaterializado Vanderlei... nada foi o bastante.

Toda loucura, todo amor de seguir uma camisa. Todo aprendizado na viagem é o que fica da passagem por Novo Horizonte.

Se nosso caminho foi longo, imaginem a viagem que esta equipe está desenhando fazer, levando um clube quase centenário aos porões da quarta divisão?

A derrota para um time superior não é o problema. O 3 a 1 foi nada frente a apatia e falta de reação. E à ignorância dos caciques aos apelos desesperados de alguns torcedores por um mísero atacante que seja.

Uma frustração que pode ser maior e levar ao desconhecido muito perigoso.

A atenção do bruxo de Leme no fim do jogo, que seja ouvida e colocada em campo.

Quarta-feira apenas a vitória nos manterá na briga. A hora é essa e nenhuma mais. #ForzaJuve

quarta-feira, 12 de março de 2014

Empate frustrante

Quarta-feira, 12 de março. Na Javari, o Juventus não passou de um frustrante empate contra o Taubaté, pelo placar de 2 a 2.  A resenha do jogo é dividida hoje, abaixo:

Rodrigo Tonelli

Esse jogo era decisivo para traçar os reais objetivos dentro do campeonato. Com mais um empate (5 em 6 jogos), o Juventus vai seguindo o caminhos dos que vão brigar para não cair. Se ganhasse em casa, estaria com os dois pés na briga pela classificação. Vitória essa que era certa até o apito de intervalo na Rua Javari. 2x0. Gols de Cesar Santiago e Nathan. O time não vinha mal na partida, mas sofria com alguns bons golpes do Burro da Central, os quais exigiram uma bela exibição do goleiro Fernando Henrique, o homem da partida. No segundo tempo, Ferreira resolveu mexer no time com a mudança de Nathan por Fernandinho, que mais uma vez não foi muito bem no jogo. Nathan era o cara que fazia o meio de campo funcionar. Era uma espécie de Saulo de 2012. Élvis pensava e distribuía e ele corria e fazia acontecer as jogadas. Tirando esse jogador, o meio parou de funcionar e a equipe do Taubaté passou a comandar a partida. Outra mudança que deveria ter acontecido e não foi feita, foi a troca de Renato Sorriso por Dudu Mineiro. Em certo momento do jogo, ainda 2x1, o Renato já dava sinais de cansaço e o centroavante vindo do banco poderia fazer uma bagunça na defesa adversária. Resumão: o Juventus começou bem, ganhando de 2x0, mas como sempre foi dominado na parte final do jogo e cedeu o empate. Sinceramente não sei se o problema é físico, técnico ou o diabo que seja, mas sem ganhar em casa time nenhum merece o acesso. Se não fosse o Fernando Henrique, o Juventus com certeza sairia com a derrota do jogo de hoje na Rua Javari.

Ricardo de Castro 

O Juventus começou bem postado, num 3-5-2 clássico. Ao contrário da aparente retranca, Ferreira liberou os atacantes, Élvis e sempre um lateral e um volante para os lances ofensivos. Num primeiro tempo equilibrado, o time conseguiu abrir 2 a 0 - Cesar Santiago reestreou e numa das subidas surpresas, ficou sem marcação para cabecear o belo cruzamento de Nathan. Este que marcou o segundo gol, em bela finalização da jogada individual de Lucas Pavone. O destaque da equipe era, porém, Fernando Henrique, que ainda nos 45' iniciais mostrou ótimas intervenções. Já na segunda etapa, o Burro atacou mais, exigindo sempre a presença do goleirão grená. E com a primeira substituição de Ferreira (Fernandinho no lugar de Nathan), o time quebrou, perdeu todo meio-campo e se entregou aos visitantes. O Taubaté chegou ao empate e só não conseguiu a virada porque Fernando estava lá. 5° empate em 6 jogos e o fato é que se pode contestar técnica, vontade (não é o caso, o time se esforça sim...), mas o problema real é psicológico. A equipe de Ferreirão não tem a força mental suficiente de se impor em campo e lidar com a vantagem ou mesmo a responsabilidade de se postar como dono na Javari. Ou seja, eles não estavam seguros com o resultados a favor. Foi nítido como após o 2 a 1, já sem Élvis, os 11 em campo não conseguiam se entender nem definir uma jogada, todos com medo de assumir a liderança do elenco em campo. Duas partidas fora de casa se anunciam e o trabalho de Ferreira é colocar na cabeça dos jogadores que eles podem vencer. O empate parece resultado da aflição à vitória somada ao resguardo de uma derrota - estranho, mas é o diagnóstico que consigo encontrar. #ForzaJuve

sábado, 8 de março de 2014

O Juventus empatou... ah vá!?

Sábado, 08 de março. Em Rio Preto, o Juventus enfrentou o América, adversário direto por posição no meio da tabela. E ficou no empate, 1 a 1.

O primeiro tempo teve boa produção da equipe juventina, com alguns lances de perigo criados sob comando de Élvis. O gol grená veio, porém, apenas numa cobrança de penalti. Pouco depois de meia hora de jogo, Renato caiu na área e o juizão apitou a marca da cal. O zagueirão Emerson foi para a cobrança e converteu a abertura do placar.

Poucos instantes depois foi hora do América agredir e conseguir empatar a partida, deixando o Moleque novamente à procura do placar positivo.

Melhor pelo Juventus, FH (Foto: Ale Vianna)

O segundo tempo foi equilibrado, com menor intensidade. Os times tentavam algo diferente, mas sem ímpeto que deixasse suas defesas desguarnecidas. Aos 34', após bola na trave do gol visitante, Cícero derrubou o atacante local e o penalti foi marcado. No entanto, Fernando Henrique, que voltava à meta grená, mostrou sua elasticidade e defendeu a cobrança.

O Juventus pouco criou mais, não sei se apenas por limitação técnica ou talvez também por questões físicas e de entrosamento (3 novas estreias hoje) - inadmissível para quem não jogou no meio da semana e teve todo tempo de treino.

Com Fernando se destacando ainda mais com boas defesas, o empate se arrastou até o fim da peleja. Quarto empate de Ferreirão em 5 jogos - de 15 pontos, 7 foram conquistados.


Nada mal - invencibilidade segue. Mas nada bem, pois chegou a hora de vencer e isso é o que importa. #ForzaJuve

Saudações juventinas!

sábado, 1 de março de 2014

Flamengo 1 x 1 Juventus

Sábado de carnaval, 01 de março. A folia juventina fica para uma próxima. Visitando o Flamengo, em Guarulhos, o Moleque ficou apenas no empate moroso por 1 a 1.

Ferreira promoveu mais mudanças em relação ao último jogo. Só hoje, estreias de Bife (lateral), Emerson (zagueiro), Cleberson (volante) e Moris (meia). O time titular, num 4-3-3, teve: Rafael; Bife, Cícero, Emerson e Pavone; Cleberson, Derli e Moisés; Romarinho, Fernandinho e Renato.

O time começou bem até, com muita movimentação do trio de ataque. O meio saia razoavelmente com a bola, contando com a boa estreia de Cleberson. O rapaz, inclusive, abriu o placar com um gol de cabeça em boa bola parada do menino Gebson.

O domínio grená, porém, parava na falta de finalização da equipe. Com grande apelo a Renato Sorriso, que poderia ter sido mais ousado em suas escolhas, optado por seu instinto de atacante e procurado mais o gol.

Em vez disso, o time acabou por sofrer uma pressão absurda do Flamengo. O gol de empate dos locais saiu e não foi pior devido a belíssima atuação de Rafael Viana, goleiro prata-da-casa, com pelo menos quatro boas defesas.

O segundo tempo foi horroroso para o Juventus. Ferreira errou - e feio - ao trocar Fernandinho por Osny. Não pelo instável filhote, mas pelo centroavante - ou seria Rei Momo?

As alterações por Branco e Moris também não agregaram valor algum. E junto a quedas de rendimento de Moisés, Renato e Bife, o empate acabou justo para o nível técnico da etapa final.

Ainda nos últimos 45', destaque-se a excelente atuação defensiva de Lucas Pavone, digna de seus melhores tempos com o manto juventino.

Estacionado na tabela, o Juventus soma 10 pontos em 9 jogos. A próxima semana é decisiva, pois proporcionará a Ferreira tempo para por ordem na casa e ajustar tática e tecnicamente a equipe - e por que não, psicologicamente. O retorno será em Rio Preto, contra o tradicional América. #ForzaJuve

Saudações juventinas!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Três "Ponto Chic"

Domingo, 23 de fevereiro. A nova cara do time juventino, nascida na última quarta-feira a mãos de Luis Carlos Ferreira, foi se mostrar em Bauru, contra o Noroeste. E foi bem: 3 a 0 e um alívio da zona de rebaixamento, com 8 pontos em 7 jogos (14º colocado).

Sem Fernando Henrique nem Dudu Mineiro, o Juventus teve em campo a seguinte escalação:

1. Rafael Viana;
2. Maurício, 3. Carvalho, 4. Cícero, 6. Lucas Louzã;
5. Marcelo, 7. Derli, 16. Moisés, 8. Pavone;
9. Eduardo, 11. Renato

Renato marca novamente (Ale Vianna)

O primeiro tempo terminou 1 a 0 para o grená, gol do predestinado Renato, com a bola chorando para entrar. O segundo do atacante que precisa e merece uma sequência na equipe.  No entanto podia ter sido meia dúzia, não fosse tantos erros de finalização. A frágil maquininha vermelha apenas via o Moleque levando ataques e mais ataques.

Agressivo, o time manteve a postura. E logo o esperado 2 a 0, que daria mais tranquilidade, saiu. Aos 4', o recém-chegado Eduardo balançou as redes. (Eduardo fez 10 gols em 15 partidas pelo Tanabi ano passado, média de 0,67. Bom início por aqui também).

Com isso, o jogo se abriu. O Noroeste passou a se expor cada vez mais, à medida que o Juventus ameaçava nos contra-ataques. Maurício, Louzã, Eduardo, todos tiveram suas chances.

Por volta dos 30', Ferreirão optou por rodar a equipe, levando Osny, Branco e Fernandinho no lugar de Eduardo, Moisés e Eduardo.

E sortudo, as substituições deram um gás no fraquíssimo adversário e o 3 a 0 se concretizou com Rafael Branco.

Fato é que  o Noroeste não pode ser parâmetro. Precisamos continuar evoluindo. #ForzaJuve

Saudações juventinas!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Vão embora!

Domingo, 16 de fevereiro. O Juventus recebeu a AE Santacruzense com expectativa de volta por cima; mas, muito pelo contrário, sofreu um revés ridículo (1 a 3) e vê a zona de rebaixamento se aproximando na tabela.

As boas novidades de Renato, Fernando e Romarinho - os dois primeiros na equipe e o terceiro no banco - pouco efeito surtiu. O 3-5-2 de Serginho beirou o ridículo, expôs uma equipe mal posicionada e mal escalada. Branco na lateral foi uma piada de péssimo gosto, bem como um meio-campo abaixo de qualquer crítica.

Mesmo assim, criou-se algumas oportunidades. No entanto, sempre desperdiçadas, seja pelo chão ou pelo alto. Com o Moleque tentando ocupar o espaço ofensivo, o contra-ataque era o escape da AES. E num deles, nas costas do ala Rafael Branco, uma bola cruzou a área e foi parar apenas no fundo das redes juventinas.

O segundo gol foi mais vergonhoso, já que metade do time socorria um atleta no campo de defesa adversário - mesmo assim, o combatente grená já estava derrotado.

Na segunda etapa, nem tempo de reação - terceiro gol.

Romarinho e Sassá entraram e ainda tentaram alguma coisa; e o atacante fez o gol de desconto - mas não de honra. o 1 a 3 estava cravado, batido na cara do torcedor. Uma fumaça se fez nos últimos minutos, mas apenas isso.

Fernando Henrique mostrou seu valor, fez sua parte até onde era possível - os gols não foram sua culpa. De resto, nada. Zaga sofrível novamente, volantes que se anulam, um meia acima do peso e ruim de bola. Fernandinho, que é homem pra fazer filho e sair na briga, não é nas horas de crítica e mais se preocupava em responder à torcida.

Serginho nem merece palavras. Disse, à Web Radio Mooca, que entregava o cargo. E que a diretoria aceite e deixe esse aventureiro ir embora e pra bem longe. Ele e seus esquemas, jogadores, empresários. Ele e sua indefinição tática (4-4-2 em losango, 3-5-2, 4-3-3 - nem ele sabe). Ele e sua covardia.

Serginho não respeitou o Juventus. Não entendeu nossa história e tradição. Viu, apenas, uma brecha para instalar junto a seus camaradas uma vitrine de jogadores vagabundos. Não entendeu pois não quis, foi maldoso e ganancioso. Quebrou a cara, parceiro.

Que vão embora todos estes.

Que devolvam o espírito e a empatia com a camisa.  É tempo de sobrevida. E há uma solução para isso. #ForzaJuve

Saudações juventinas!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Redes caladas

Domingo, 09 de fevereiro. Num jogo às 10 horas da matina, sob um sol de rachar manona, o Juventus recebeu a equipe do São José (ex-Joseense). E mais uma vez o time decepcionou, mostrou um futebol pobre e deixou o campo amargando o segundo tropeço nos domínios do Templo - o segundo sem balançar as redes.

O resultado favorável contra a Matonense mascarou uma escalação limitada e deficiências do sistema montado. Na manhã deste domingo, haja visto desfalques importantes como Maurício Santos e Derli, a única alteração técnica foi do brigador Dudu Mineiro no lugar de Yuri. Ou seja, foi a campo:

1. André Dias;
2. Danilo, 3. Carvalho (C), 4. Léo e 6. Fernando Rossi;
5. Ricardinho, 7. Maranhão e 10. Jhonatan;
8. Fernandinho, 11. Sassá e 9. Dudu Mineiro.

O falso 4-3-3 desde o inicio foi impotente, sobretudo pela fraca atuação dos meio-campistas. Ricardinho e Maranhão não davam segurança defensiva tampouco saída de bola, ao passo que Jhonatan mal conseguia armar a equipe. O único lance de perigo na primeira etapa foi em jogada individual de Fernandinho, um dos que mais se esforçaram no jogo, em gol anulado pela arbitragem.

Defensivamente, o lado direito foi horrível nos primeiros 45'. Danilo Paixão deixou um corredor para todas as jogadas do São José e mostrou-se fraco na marcação. Tanto que em pouco mais de meia hora de jogo foi sacado, iminente era o erro fatal. O São José costurava boas jogadas, sempre em lances de um-dois com seus quatro homens mais avançados.

O que sustentou o 0 a 0 foi a boa partida de Maurício Carvalho e a impecável participação de Léo Fioravanti, de longe melhor em campo.

Já o segundo tempo trouxe um Juventus mais agressivo, mas cujo poder de fogo caiu exponencialmente em pouco mais de 20'. Nem a entrada do meia Willian melhorou o panorama, com participação abaixo da média.

E, na hora de arriscar e expor o time para buscar a vitória, Serginho foi conservador - leia-se covarde - e sacou Dudu Mineiro para entrada de Renato Sorriso. A substituição correta seria Renato em lugar dos apagados Jhonatan ou Sassá, liberando o predestinado atacante para encostar na referência de Dudu e buscar uma tabela eficiente. Nada disso.

Porém, tamanha é a diferença técnica de Renato para os demais concorrentes de ataque, que quase saiu o gol - por uma fração de segundo o zagueiro chegou antes e tirou a bola da cabeça do centroavante.

0 a 0 refletiu a postura equivocada de Serginho, desde a escalação a substituições. E mesmo não tendo visto os dois jogos anteriores, é questionável a formação de elenco: Paulo Henrique e Castori jogariam facilmente nesta formação. Mas por que não jogam?

O segundo duelo na Javari, o segundo sem balançar as redes. Sinal, no minimo, amarelo.

De bom hoje fica a regular zaga juventina, com destaque para Léo. Aos 21 anos e por volta de 2 no clube, demonstra maturidade para assumir o posto com confiança. Ao lado de Carvalho, formam uma dupla sólida para o percorrer da competição.

O Juventus volta a jogar, pela 4ª rodada:
Contra? Independente de Limeira.
Quando? Quarta, dia 12, às 20h.
Onde? Limeira.

Ouça mais na próxima terça, 20h, no Programa Atrás do Gol! #ForzaJuve

Saudações juventinas!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

E Ferreirão rodou...

Domingo, 02 de fevereiro. Sob o forte calor do interior paulista, a Matonense recebeu o Juventus sob rótulo de favorita. O time grená entrava em campo sob olhares e ouvidos desconfiados, justificados na reclusa preparação à série A3.

O equilíbrio, porém, se deu como tônica da partida. A equipe de Serginho buscava mais se defender, porém ousava sim contra-ataques e mesmo a construção de algumas jogadas. Com o passar da partida, o empate se dava como bom resultado para o Moleque.

No fim do jogo, contrariando o esperado, a Matonense teve um jogador expulso. E esse foi o fato que levou o time visitante à frente - aos 48', Dudu Mineiro, centroavante de raiz, meteu pra rede. 0 a 1. Puta que pariu!

O momento de vitória exige tranquilidade e pés no chão. Foi um início excelente e as duas próximas partidas na Javari são chave para se consolidar na tabela.

Um agradecimento à Rádio Cidade de Matão, que fez um ótimo trabalho: um jogo muito bem descrito e respeitoso com o Juventus.

Derli, volante, divide a bola. (foto: Ale Vianna)
Serviço: Quarta-feira, 05/02 (16h), contra a Votuporanguense, na Javari. #ForzaJuve

Saudações Juventinas!